Tecnologia asséptica ganha espaço como estratégia para uma cadeia de alimentos mais segura e resiliente

Sistema combina tratamento do alimento, esterilização da embalagem e envase controlado para proteger o produto

São Paulo, 3 de setembro de 2026 – Garantir que um alimento chegue ao consumidor com segurança envolve muito mais do que controlar a sua produção. Entre o processamento e o momento do consumo, fatores como contaminação microbiológica, condições de armazenamento, transporte e exposição do produto podem impactar sua qualidade. Em um cenário de crescente demanda por alimentos seguros e disponíveis em diferentes regiões, tecnologias capazes de proteger o produto ao longo de sua vida útil ganham relevância para a indústria.   

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 866 milhões de pessoas – quase 1 em cada 9 no mundo – adoecem após consumir alimentos contaminados, enquanto 1,52 milhão morrem todos os anos. O dado reforça a dimensão global do desafio e a importância de soluções que contribuam para reduzir riscos desde as etapas industriais até a chegada dos produtos ao consumidor. 

Nesse cenário, a tecnologia asséptica tem um papel estratégico ao combinar diferentes etapas de proteção em um único sistema.  A solução, utilizada pela SIG, líder global em sistemas e soluções de embalagens, envolve o tratamento do alimento e a esterilização da embalagem de forma separada, seguidos pelo envase e selamento em condições assépticas. O objetivo é evitar que microrganismos voltem a contaminar o produto após o processamento, contribuindo para preservar a sua segurança durante a vida útil. 

“Quando falamos de tecnologia asséptica, não estamos falando apenas de uma embalagem que protege o produto, mas sim de todo o sistema por trás dela, que começa no tratamento do alimento, passa pela esterilização da embalagem e termina no envase em condições controladas. Cada uma dessas etapas tem um papel importante para preservar a integridade do produto até o momento do consumo”, afirma Renata Kasahara, Head de Marketing da SIG para a América do Sul. 

 O princípio da tecnologia está justamente na combinação entre tratamento e proteção. O alimento passa por um processo térmico desenvolvido para eliminar microrganismos que poderiam comprometer a sua segurança, enquanto a embalagem é esterilizada separadamente. Em seguida, os dois componentes são combinados em ambiente asséptico e a embalagem é selada. Dessa forma, é criada uma barreira que reduz a possibilidade de recontaminação do produto após o processamento. 

Além de contribuir para a segurança microbiológica, o processo também ajuda a preservar características do alimento. Como o tratamento térmico é realizado de forma rápida, a tecnologia pode manter atributos como sabor, textura, cor e valor nutricional. Em determinadas categorias, os produtos podem permanecer estáveis por até 12 meses em temperatura ambiente, sem necessidade de refrigeração durante o armazenamento. 

 Ao reduzir, em determinadas categorias, a dependência da cadeia de frio, a tecnologia asséptica também amplia as possibilidades de armazenamento e distribuição. Isso permite que alimentos e bebidas sejam transportados e armazenados em diferentes condições logísticas, inclusive em regiões mais distantes dos centros de produção. Para um país como o Brasil, essa flexibilidade pode ser especialmente relevante para ampliar o alcance de produtos seguros e de qualidade. 

A segurança dos alimentos, entretanto, não se limita à ausência de contaminação. A capacidade de manter alimentos disponíveis, estáveis e adequados para consumo também é parte do desafio enfrentado pelas cadeias de alimentos e bebidas. Nesse sentido, a tecnologia asséptica pode contribuir para aumentar a previsibilidade da cadeia de abastecimento, reduzir riscos de perdas durante armazenamento e transporte e ampliar o período disponível para comercialização dos produtos. 

 “A segurança dos alimentos também passa por garantir que o produto mantenha a sua qualidade e esteja disponível para chegar a diferentes consumidores. A tecnologia asséptica permite trabalhar essas duas frentes ao mesmo tempo, pois além de proteger o produto, cria condições para que ele seja armazenado e distribuído com maior previsibilidade”, explica Renata. 

Sobre a SIG

A SIG é uma fornecedora líder de soluções de embalagem for better – melhor para nossos clientes, para os consumidores e para o mundo. Com nosso portfólio exclusivo de embalagens cartonadas assépticas, bag-in-box e spouted pouch, trabalhamos em parceria com nossos clientes para levar alimentos e bebidas a consumidores em todo o mundo de forma segura, sustentável e acessível. Nossa tecnologia e nossas excepcionais capacidades de inovação nos permitem oferecer soluções completas aos nossos clientes, que incluem produtos diferenciados, fábricas mais inteligentes e embalagens conectadas, respondendo às necessidades em constante evolução dos consumidores. A sustentabilidade é parte integrante do nosso negócio, e buscamos criar um sistema regenerativo de embalagens para alimentos.

Fundada em 1853, a SIG tem sede em Neuhausen, na Suíça, e está listada na SIX Swiss Exchange. As competências e a experiência de aproximadamente 9.700 colaboradores em todo o mundo nos permitem responder de forma rápida e eficaz às necessidades de nossos clientes em mais de 100 países. Em 2025, a SIG produziu cerca de 54 bilhões de embalagens e gerou €3,2 bilhões em receita. A SIG possui classificação AAA em ESG pela MSCI, classificação Platinum em CSR pela EcoVadis e integra o índice FTSE4Good.

Para mais informações, visite www.sig.biz/pt

WhatsApp
Facebook
Twitter
Email